e apetecia como pão.
À minha fome
ela disse : «Come!»
e eu estendi a mão.
Tudo o mais foi natural,
sem virtude nem pecado,
porque a vontade era igual.
Depois, cansados de nos dar,
e de ser em vão aquele amar
aos dois, do fundo da alma,
subiu o silêncio da alma,
subiu o silêncio e a calma.
Vítor Evaristo
Moçambique
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