
Houve um tempo
que os meus olhos sorriam
e o meu coração rejubilava
a cada palavra que de ti vinha
e eu acreditava.
Houve um tempo
que a tua voz era cetim
quando o teu amor apregoavas
sussurrando palavras doces
e aos meus ouvidos as murmuravas.
Ah…efémeros tempos!
A ingenuidade de acreditar que só
a mim dirigias o teu escaldante sentir.
Houve um tempo...
Otília Matel